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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mote do Poeta Paulo Moura

Esse mote eu (Paulo Moura) idealizei após ler um texto de Xico Bizerra...

Senhor tempo, cruel e desumano
Me legou à velhice por troféu
Hoje espero o chamado lá do céu
Pra curvar-me aos pés do soberano
Entra ano, sai ano e entra ano
Meus cabelos refletem claridade
Sofro as penas cruéis da minha idade
Mas me alegro ao saber que fui criança
Guardo meus fragmentos de lembrança
Nesse Album que se chama saudade

Paulo Moura

Procurei nas gavetas do passado
Certas recordações da minha amada...
Uma foto, uma agenda rabiscada,
Nada vi, e fiquei desesperado!
Fui rever um retrato pendurado
Entortado no quarto junto a grade,
Lá me vi, mas faltava a “majestade”,
E entendi porque houve essa mudança:
Guardo meus fragmentos de lembrança
Nesse Album que se chama saudade.

Felipe Júnior
Em 21 de dezembro de 2010

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