É uma vergonha a forma que o Tribunal de Justiça de Pernambuco, através do desembargador José Fernandes de Lemos, trata seus servidores.
José Fernandes de Lemos, o "todo-poderoso" do TJPE
Há 1 mês e 5 dias, os servidores do Tribunal de Justiça de Pernambuco mantém uma greve indeterminada , clamando por aumento em decorrência da inflação e do aumento da carga horária (de 6h para 8h diárias). O interessante é que o desembargador-presidente do TJPE disse claramente que dos 34 milhões que a corte tem em caixa, 30 milhões devem ser dirigidos para o aumento dos magistrados, isto é, 14% de aumento programado para os magistrados e 0% (isto mesmo, 0%) para os servidores.
Ainda, de uma forma ditatorial, o desembargador-presidente ameaçou descontar os dias parados tanto para os que aderiram à greve como para os que não aderiram. Há poucos dias, os servidores tiveram uma reunião com a assessoria da presidência do TJPE, onde foram discutidos alguns pontos das reivindicações dos servidores, como a revisão dos auxílios, a incorporação das gratificações nos vencimentos, a progressão funcional e o não desconto dos dias parados em virtude da greve.
O representante do TJPE sinalizou positivamente a respeito da possibilidade de alguns destes pontos serem atendidos pelo presidente do Tribunal, o que satisfaria em parte os anseios dos servidores. Porém, posteriormente, foi dada a notícia de que o presidente não aceitaria nenhuma das reivindicações, o que deixou a comissão de negociação frustrada.
Vou me utilizar de uma frase dos grevistas: “Justiça para os que fazem justiça!”.
Eita, bons tempos o do Jones Figueiredo!

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