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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A HORA DA POESIA

Da janela vi a mata se vestindo
Numa roupa verde-oliva de esperança.

(Mote enviado por Aluísio Lopes)

Em visita à terrinha idolatrada
Na segunda quinzena de janeiro
Pude ver uma cena no terreiro
Da casinha da infância tão dourada
Assisti a um show da trovoada
Que há muito não via tal pujança
O que tanto assustou quando criança
Hoje em dia acabou me divertindo
Da janela vi a mata se vestindo
Numa roupa verde-oliva de esperança.

O campônio se anima e diz agora
Vamos ter mais fartura em nossa mesa
E o prodígio da santa Natureza
Faz com que o lamento vá embora
Toda a fauna se alia com a flora
Sabiá solta o canto e não se cansa
Uma grande baraúna se balança
Parecendo provocar o tamarindo.
Da janela vi a mata se vestindo
Numa roupa verde-oliva de esperança.

Glosas: Wellington Vicente.
Porto Velho, 25/01/2010.

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